sábado, 20 de fevereiro de 2016

Como fazer uma resenha crítica?

Uma resenha crítica é um texto corrido (como uma redação/dissertação), no qual o autor não se limita a apresentar de forma resumida um texto lido ou um filme ou qualquer outro tipo de obra. Na resenha, é importante apresentar as principais ideias, teorias, hipóteses e questionamentos da obra resenhada, mas não de maneira literal, como em um resumo. Fazer citações é interessante, desde que se comente sobre elas e que elas não tomem uma parte muito extensa de sua resenha. Ou seja, em uma resenha deve-se prezar por expor as informações da obra, mas também as opiniões ou "críticas" que sejam cabidas.
Abaixo segue o link de um passo a passo sobre como produzir uma resenha.
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABHfsAA/como-fazer-resenha-critica

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Resenha crítica do filme "Nós que aqui estamos por vós esperamos"


Este texto é um artigo sobre a relação entre a concepção de História apresentada pelo filme Nós que aqui estamos por vós esperamos e outras concepções relacionadas à história, como a de cultura. É também uma resenha crítica do filme, com base em concepções filosóficas que refletem sobre o que vem a ser "o real" ou a "realidade" e como se constrói a história ou quem a constrói.
Após ler o texto, faz-se necessário produzir uma resenha crítica dele.

Filme: Nós que aqui estamos por vós esperamos. BRA-1999.

O filme foi construído com imagens reais de várias épocas ao longo do século XX, embora não tenha sido apresentado em uma sequência cronológica. Esse século foi denominado pelo historiador Eric Hobsbawn como "era dos extremos", devido aos conflitos e às contradições sobre as quais se desenvolveu e isso pode ser observado no filme.
Há que se ressaltar a relevância dada, no filme, aos personagens anônimos da História. Nesse sentido, os muitos eventos históricos de destaque global foram construídos a partir de diversos eventos a nível local e (por que não?) particular - o que demonstra que toda história é uma história da humanidade e que todo ser humano é também um sujeito histórico.

PhiloHistorie

Para os gregos antigos, as reflexões acerca do cotidiano eram uma das forças que moviam a construção do conhecimento. Entre inúmeros hábitos, modos de pensar e de fazer que temos como consequência da cultura dos antigos, os sentidos modernos de pesquisa e de conhecimento têm sua origem em formas gregas de construir essas habilidades.
PhiloHistorie que, além cultuar a busca pelo conhecimento histórico e filosófico de forma dialógica, visa ao estabelecimento de um elo afetivo entre o pesquisador e a pesquisa, entendendo como pesquisador todo sujeito que, a partir de um lapso de curiosidade queira procurar uma resposta a questionamentos e, dessa maneira, produza mais questionamentos.
As áreas específicas desse blog são o conhecimento histórico e filosófico e outras concepções do conhecimento que os cercam.
A produção desse blog, destinado prioritariamente ao público juvenil, veio da necessidade de apresentar outros mecanismos que aproximem o conhecimento dos alunos e do professor (esse ser que vos fala) e tem o propósito de apresentar conteúdos e questionamentos importantes que o material didático em sala de aula não dá conta de apresentar. Assim, é uma forma de fazer os alunos tornarem-se amigos da pesquisa e do conhecimento, como o próprio nome do blog o diz.